Tragédias

Os rios de revoltaram. Morros estão derrapando e pelo caminho vão destruindo casas, vidas que não se estabilizaram facilmente – ou nem isso. Pessoas andam na rua em meio de água, terra e lixo. Ou seria água, terra e doenças? Tudo o que as pessoas tinham, por pouco que seja, estão perdidos. Nã há nada para fazer, a não ser sobreviver. Ainda há pessoas em áreas de risco, sem largar suas poucas conquistas… mas afinal pra onde elas vão?

Vão para baixo da ponte, onde há mais lixo acumulado ainda? Porque se eles não sabem, eu também não faço idéia. Os abrigos já estão ocupados, logo aparece o 2º, 3º abrigo e logo está lotado. É como se de repente um pedaço do dilúvio tivesse dado as caras, as pessoas não sabem o que fazer, não sabem onde ir, não saber como será daqui pra frente. Em alguns casos dói pensar a situação das pessoas em meio desse caos sem saída.

Bombeiros e voluntários prestam ajuda para vasculhar esconbros, encontrar vida ou morte. Não me imaginaria como estaria se eu estivesse ali, se fosse eu que estivesse andando naquela sujeira, com nada além da roupa do corpo. Não sei e nunca vou saber. Só sabe a temperatura da água quem lá nadou.

O máximo que posso fazer é dar meus pêsames, orar por quem precisa, por quem está passando por algo que ninguém deseja por ninguém.

Meus singelos pensamentos, para que todo esse pesadelo tenha um fim, o mais rápido possível.

 

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