Pouco muito tempo

Tempo, tempo ao tempo. Meus horóscopos – lê-se vícios – dizendo coisas e coisas sobre boas novas, que espero que venham logo. Planos para o fim de semana, esse e o próximo. A esperança de que em algum desses sábados meu sapo venha me visitar, venha me ver e dizer que é meu príncipe, porque, vamos ser sinceras, quem não quer a pessoa certa o mais rápido possível? Pois é.

Pode ser que no futuro, eu olhe para trás e perceba como foi bom ter ido naquele churrasco ou como foi bom eu ter ficado em casa aquele dia ou até se eu não tivesse me arriscado, não estaria com quem estou hoje. Quero aquela coisa linda de duas pessoas bobas, enbriagadas pela paixão e fazendo promessas. Quero acordar e pensar que mais tarde verei a – talvez – razão de tudo. Quero sentir isso de novo, mas quero que desta vez não haja mentiras, e sim algo bom, natural, saudável. Aquilo entre duas pessoas bobas.

Não é certo apressar o que não é para ser agora, tem uma linha tênua entre o presente e o suposto bom futuro, o tempo. Ele não é cruel, nem bom, apenas está ali e ali permanesce, com a rotina de sempre, as 24hs de um dia ou os 60 segundos de um minuto. Sempre igual porém ao nosso ver tão diferente. Paciência. Não vou conseguir as coisas mais rápido se adiantar meus relógios, tenho que deixá-los funcionar. Tempo ao tempo e talvez encontre quem eu quero, a minha pessoa boba.

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2 pensamentos sobre “Pouco muito tempo

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