Posterioridades

Hoje enquanto voltava para casa de mais um dia inteiro estudando, vi no meio do caminho um casal que aguardava o ônibus. Ele já aparentava sua marcas de idade bem definidas, com poucos cabelos e os que restavam eram todos já esbraquiçados, enquanto ela possuia cabelos de cor desbotada e pés-de-galinha bem salientes. Estavam abraçados porém não de uma forma que normalmente vejo casais dessa idade, mas sim como dois adolescentes apaixonados. E essa cena me chamou a atenção simplismente pelo fato de não ser algo rotineiro. Sempre vejo casais mais velhos andando de mãos dadas, sentados um do lado do outro ou qualquer outro jeito mais discreto. E os dois não. Era percepitível o amor que ali rondava aquele abraço aconchegado, confortável, sincero. E observando essa cena eu cheguei a uma conclusão. Quando passar os tempos, quero cotinuar cultivando o amor de agora, e que se acontecer alguma mudança, seja para melhor. Que nossos abraços não se tornem um mero cumprimento, e sim um entrelaço de sentimentos. Que nossos beijos não percam a paixão, mas sim que ela aumente cada vez mais. Quando envelhecer, quero ser um dessess casais fofos, que caminham juntos até o final, ficar de cabelo branquinho e ouví-lo reclamar da sua dor nas costas.

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4 pensamentos sobre “Posterioridades

  1. Você sabe que se depender de mim, a gente irá viver assim, não te garanto se eu irei ter cabelo branco, mas garanto que serão os abraços mais sinceros e os beijos mais apaixonados.

    Te amo cada dia que passa *—*

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