1.7

É, o tempo passa não é? Lembro quando completei 10 anos como se fosse ontem. Dias antes eu tinha mudado de casa, então era meu primeiro aniversário na casa nova. Lá estavam meus pais, meu vô (paterno) e minha vó (materna), todo mundo lá cantando parabéns e aquela coisa toda. Hoje estou completando 17 anos e me vejo na compania dos meus pais, meu irmãozinho, minha vó e – quem queria estar aqui mas mesmo assim é como se tivesse – meu namorado. É engraçado quando olha-se pra trás. Tantos choros bobos, tantas risadas sem motivo, tanto problema que hoje nem é mais nada. Como será daqui a 7 anos? Estarei casada? Terei terminado a facudade e trabalhando ou fazendo pós-graduação? E meus pais como estarão? Meu irmãozinho já vai estar falando, correndo, na primeira ou segunda série, aprendendo a escrever… Tanta mudança em poucos anos não é verdade? O que importa é viver, com muita saúde, amor, sucesso e tudo o que já desejaram pra mim no dia de hoje. Já fiz meu desejo, agora só falta soprar as velinhas :D.

Obrigada por tudo meus leitores

De quem está um pouco mais velha e com a mesma altura de sempre, Amanda Perrone.

Últimas

Olá caros leitores e leitoras,

Faz uns dias desde o último post, mas devo explicar que não escrevi por motivos pessoais e porque estive correndo atrás de coisas importantes – não que o blog não seja importante, mas eu sei que se eu deixar uns dias ele quietinho não há tanto problema.

Devo atualizá-los com as últimas novidades não é?

Na sexta passada eu disse adeus ao aparelho e olá para dentes retinhos e brancos, garanto que não há nada melhor do que olhar pro espelho sorrindo e ver seus dentes retinhos :D. Ano passado fiz a primeira fase do vestibular da Unicamp e passei! Como treineira, afinal ainda falta o terceiro ano do EM, mas fiquei muito feliz mesmo assim. Hoje, segunda e terça vou fazer a segunda fase e ver o que vai dar. Eu realmente recomendo fazer vestibular treineiro, porque você fica mais preparado pra quando for fazer pra valer, já sabe a tensão que tem, como tem que se programar e etc. Meu irmãozinho já tá com 1 ano e 1 mês, tá crescendo rápido e logo me passa – não que seja difícil né? Já passei das 17 mil vizualizações do blog, fico muito feliz por saber que consegui ir tão longe com ele, pensei que nem ia passar de um ano e olha lá, quase 2! Muito obrigada a todos vocês viu?

Enfim, é isso ai.

Uma boa semana pra vocês :).

Re-nostalgia

E de repente sem querer, um sentimento nostálgico tomou conta de mim. Não queria mais ficar parada na sala, queria ir em todos os aposentos, ter todas as lembranças de volta. Levantei-me. Subi as escadas que tenho certeza que não subo faz mais de um ano.  Porque?, me perguntei. Continuei andando sem me responder. E tudo parecia como eu lembrava, cada detalhe, cada cadeira fora do lugar, cada brinquedo há muito esquecido num canto empoeirado. Fui desbravando os cômodos um por um, como que procurando por um tesouro desconhecido. Então, logo vi o meu tesouro: uma coleção de bolinhas de gude, quase cem, as quais eu brincava com meu primo há uns cinco anos atrás. Não hesitei, perguntei se poderia guardar comigo e a resposta felizmente foi positiva. Analisei cada bolinha uma por uma, algumas são de vidro, outras mármore e até chumbo, meu pequeno tesouro. Vou encontrar um lugar pra elas, onde fiquem todas juntas e se possível, que eu possa vê-las. Pronto, a nostalgia de domingo já acabou.

Rainy Sunday

Estou em uma tarde de domingo e por aqui chove. Entretanto, para mim é como cada gota que atingisse minha janela fosse cada dificuldade ou conflito que está acontecendo comigo. Agora acho que  ouvi um pedaço de granizo bater na janela, são os problemas maiores, aqueles que tiram meu sono toda noite. E a intensidade dela, que só aumenta, provavelmente é minha angústia, em ver as coisas acontecendo e não ter como evitar que aconteçam. Porém, como a chuva, logo virá um tempo mais calmo, uma bonança. Fazendo assim com que eu enxergue o exterior mais claramente, sem nada barrando minha visão. E como esse texto, logo meus conflitos terão um ponto final. Eu espero.

210

Os dias tem a mesma duração, sempre. Vinte e quatro dias todos os dias do ano. Entretanto, quando estamos fazendo algo interessante, as horas passam mais rapidamente. E foi exatamente isso que me aconteceu. Porém não foram as horas que correram, e sim os meses. Não foi porque eu estava todo esse tempo fazendo algo que me distraísse, foi porque eu estava com quem me distraía. Dos problemas, do mundo de pessoas difíceis, do stress cotidiano. Dia dezenove se passaram sete meses. De carinho, amor, compreensão, paciência, risadas, amizade, desejos, planos. Já não existe mais uma Amanda, existe uma Amanda e um Rafael. Duas almas que já não vivem mais separadas, pois já fazem parte de uma coisa só e completa.

Sete meses, duzentos e dez dias, infinitos eu te amo, quinze rosas vermelhas, cinco fotos, duas cartas e muito chocolate. Isso tudo representou o que nada no mundo poderá um dia medir: o nosso amor forte e duradouro. Te amo meu pandinha.

11.11.11

Que dia é hoje? Uma sexta-feira, ainda estamos na primeira metade do mês, muitos estão planejando seus férias e outros nem tanto. Mas pra algumas pessoas, as que acreditam que existe um motivo pra cada coisa acontecer, hoje é um dia único. Pessoas morreram, mulheres deram a luz. Entretanto existe em significado maior pra isso tudo – não exatamente um só. Acredito que hoje seja um dia bom pra pensar nas coisas, no que foi feito ou deixado para trás. Ninguém tem ideia da quantidade de acontecimentos que presenciou. O desenvolvimento técnológico, espacial, humano. As conquistas pessoais e as comuns. Bençãos e tragédias. Hoje, pretendo pensar em tudo que fiz. E procurar melhorar os defeitos, adcionar qualidades e quem sabe planejar um bom futuro. EEnfim. Pra você, um bom onze de novembro de dois mil e onze.

Completo

Fazia um clima nublado lá fora. As nuvens se combinavam em tons cinzentos mas não chovia, apenas caía uma garoa de vez em quando. Mas ninguém prestava atenção a isso, um só tinha olhos para o outro. Nenhum ruído os interromperia. Olhos e ouvidos se concentravam em quem estava a sua frente. Tão bobinhos e apaixonados ao mesmo tempo… Amor, o ar condicionado tá muito baixo, tô morrendo de frio! E ele levantou e aumentou um pouco. Vem aqui amor, que eu te esquento. E ficaram abraçados, juntos como se fossem um só. Ele fazia carinho nos cabelos dela, ela acariciava-o. Ninguém ali queria que as horas continuassem a contar, por eles, o tempo ficaria parado para sempre e eles ficariam ali, um com o outro, naquela tarde nublada de sábado. E nada seria mais perfeito.

A grande aventura

Olá caros leitores e leitoras. Ontem tive uma experiência única. Pulei no SkyCoaster do Hopi Hari *-*. O que posso dizer? Muito bom, muito bom mesmo. Dá medo, você se caga de medo no fila, quer desistir mas ao mesmo tempo quer ir em frente. Mas olha, vale a pena tudo. O medo, o frio na barriga, a vontade de ir no banheiro, as músicas cantadas pra distrair… Tudo. É uma coisa que vou guardar pro resto da vida. Uma observação: quem tem medo de altura nem se arrisque UEHUHEHUHE. Sério.

Besos 😀

Café

E pensar que tempos atrás algumas amizades eram bem mais fortes que hoje. Talvez isso tenha acontecido por descuido de uma das partes ou por ambas, mas mesmo assim houve descuido. Pode ser também que houveram outras prioridades e que o laço da amizade foi afrouxando com isso. Ou deve ser que alguém causou isso, alguém de fora. Sei lá. Só sei que me dói pensar nessa amizade, pensar que antes era forte, aconchegante. Agora? Tsc tsc. Agora está fria, e por mais que tentemos reaquecê-la, nós sabemos que não será como antes. Enfim, quando penso nessas coisas, fico meio desanimada, por tudo isso ter acontecido. Nossa amizade podia ser como um café não é? Se ele esfriasse, bastaria por no fogo e tudo estaria bem de novo.