Sutil ausência

Eu particularmente gosto de dias mais frios. Frio me faz lembrar os dias em que preciso me aconchegar entre colinas de cobertas, sempre em um lugar estratégico para pegar as coisas necessárias: livro, celular e fones de ouvido. O essencial, não é necessário mais nada. Um copo de chocolate quente e um bom filme fecham o pacote maravilhoso dos dias frios. Coberta, pantufas, chuva. Tudo que me lembra diretamente o aconchego. O conforto de camadas grossas de roupas, perfeito.

O calor me recorda vida, mas o frio me liga diretamente ao amontoamento de vida, à proximidade que as pessoas procuram ficar das outras, para conseguir calor humano. Dias frios, mesmo que tendo de ser vividos em um dia de aula, são como pequenas partes do paraíso, que vieram para com que direta ou indiretamente busquemos nos aproximar das pessoas, como uma armadilha do bem.

É essa ausência de calor que me fez chegar maiss perto dos meus amigos anos passados. E é essa sutil ausência que me fará aproximar mais ainda das pessoas nos anos vindouros.

Pouco a dizer

Você vai, ama, sofre, deixa de amar e lá está você novamente. Você insiste em um erro novamente e lá está você quebrando a cara de novo. O amor, em minha opnião, é meio que uma mistura de coisas: rir, chorar, se magoar, cair, levantar, sorrir, amar, abraçar, cutucar, brincar. Você vai ser feliz mas pode ser que também haja pedras em seu caminho, pedras que vão te fazer cair. Pedras que podem apenas ralar seu joelho e outras que podem quebrar o seu nariz. No meio do caminho também pode ter flores, flores que vão alegrar seu olfato e fazer com que você sorria, simplismente de sentir seu odor.

Entretanto, antes disso tudo, você tem que escolher qual será o seu caminho.